Notícia

34 unidades de saúde contam com refrigeradores para armazenamento de medicamentos

Informação foi dada em resposta, pela Secretaria da Saúde, a requerimento de fiscalização do vereador Rafael de Angeli.


As condições de armazenamento de medicamentos nas farmácias das unidades de saúde de Araraquara foram questionadas à Prefeitura pelo vereador Rafael de Angeli (PSDB) por meio do Requerimento nº 730/2022.


No documento, o parlamentar afirma ter recebido reclamações de usuários sobre o refrigerador com defeito no Centro Municipal de Saúde (CMS) "Enf. Kimiko Yuta", no Jardim Iguatemi, o que teria levado a se deslocarem para a Unidade de Saúde da Família (USF) do Jardim Victório de Santi para a retirada de medicamentos que necessitam ser armazenados sob refrigeração.


Angeli também questiona sobre quais unidades de saúde do Município contam com geladeiras para armazenar medicamentos que necessitam de refrigeração, como funciona o cronograma de manutenção desses equipamentos e quantas estão danificadas, aguardando reparos.


Em resposta, a coordenadora Executiva de Atenção Básica da Prefeitura, Talitha Paula Resende Martins, listou as 34 unidades básicas de saúde de Araraquara que possuem refrigeradores para o armazenamento de medicamentos termolábeis, ou seja, que são sensíveis à ação da temperatura e que, por isso, requerem armazenamento sob refrigeração (entre 2°C e 8°C).


Sobre a manutenção dos refrigeradores, a coordenadora afirmou que os farmacêuticos responsáveis, ao identificar problemas de funcionamento desses equipamentos, fazem solicitação de manutenção à Gerência de Manutenção e Próprios da Saúde.


Em relação a refrigeradores com defeito, Talitha informou que apenas na CMS "Enf. Kimiko Yuta", no Jardim Iguatemi, existe atualmente equipamento em mau funcionamento, sendo aguardada a compra de um novo refrigerador.


Angeli acredita que falta planejamento para casos como esse.


"A Secretaria de Saúde deveria se precaver de outras formas para que uma unidade não fique sem o aparelho. No final das contas, quem paga é a população, que tem que se deslocar para outro local para ter o que é seu de direito", finaliza o parlamentar.


1/11/22