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Orçamento Participativo tem obras e serviços inacabados ou nem iniciados

Vereador Rafael de Angeli cobrou explicações sobre o andamento do programa.


O programa Orçamento Participativo (OP) foi retomado em 2017 pelo governo municipal, com a promessa de ser um espaço onde os moradores, reunidos em plenárias, decidem sobre prioridades de investimento para o orçamento municipal do ano seguinte. No entanto, muitos dos serviços e obras eleitos pela população ao longo desses anos não foram concluídos ou sequer iniciados. É o que afirma o primeiro secretário da Câmara Municipal de Araraquara, vereador Rafael de Angeli (PSDB), autor do Requerimento nº 477/2021, protocolado na quarta-feira (26), em que cobra explicações da Prefeitura.


No documento, o parlamentar requer que sejam enviadas, à Câmara Municipal, informações sobre o andamento das obras vencedoras do OP de 2018 e 2019, quais delas já foram iniciadas e com qual previsão de término e, por fim, quais obras não foram iniciadas e por quais motivos.


"Durante todo o nosso mandato, cobramos firmemente a Prefeitura sobre as obras prometidas no OP, muitas delas paradas ou inacabadas. A população necessita de explicações e de entregas do que foi prometido pelo governo municipal", explica e cobra Angeli.

A Prefeitura tem o prazo inicial de 15 dias para responder aos questionamentos, prorrogáveis por até 55 dias.



04/06/2021

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