Notícia

Situação dos resíduos hospitalares e descarte em bolsões preocupam vereadores

Roger Mendes, Rafael de Angeli e Magal Verri conversaram com o superintendente do DAAE sobre as questões

A preocupante situação dos resíduos hospitalares da cidade, que são levados para incineração em Jardinópolis, com custo para o município, já que a usina local não está em funcionamento por problemas no equipamento e o descarte de resíduos sólidos levaram os vereadores Roger Mendes (PP), Rafael de Angeli (PSDB) e Magal Verri (PMDB) a debaterem as questões com superintendente do Departamento Autônomo de Água e Esgotos (DAAE), Wellington Cyro de Almeida Leite, na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos, na tarde da última quarta-feira (05). O incinerador de resíduos hospitalares está parado há cerca de três anos.

A população encontra dificuldades para o descarte de resíduos sólidos nos bolsões, por conta da restrição no volume permitido, além da falta de espaço para os materiais recolhidos posteriormente nestes pontos. Segundo adiantou o superintendente, está sendo licitada uma nova empresa para prestar o serviço junto ao DAAE. “Temos que ter uma logística que funcione, pois o lixo não para de chegar e é um serviço caro”, enfatizou Cyro.


Mendes lembrou que “alguns problemas já se arrastam há anos. As pessoas não têm a consciência e a preocupação de qual será o destino do seu lixo”. O gerente de resíduos especiais, Marcos Scalize, destacou que outro grande problema é com as lâmpadas fluorescentes. “Estamos com cerca de 25 mil lâmpadas para tratar. As lojas não recebem e não há uma logística reversa”.

Angeli entende que foi importante conhecer esta realidade mais de perto. “Nos colocamos à disposição para pensarmos nas prováveis mudanças que ocorrerão na legislação que trata dos resíduos. Se não fizermos algo hoje, as futuras gerações sofrerão muito com a herança que será deixada por nós”.


A preocupação de Verri é com os bolsões, onde a restrição de volume que se permite à população é muito pequena, segundo manifestaram alguns cidadãos ao parlamentar. “Acontece que esse pequeno volume permitido acaba provocando que o indivíduo faça o descarte ao lado do bolsão ou em terrenos e áreas sem fiscalização, ao invés de poder descartar no ponto de recolhimento”, lamentou.

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